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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Ian Amos Komenský (Coménio) de Delmar Domingos de Carvalho


"Comenius é uma daquelas raras personagens da história da humanidade que vale a pena conhecer, ou revisitar, até pelo seu brilhante exemplo de honestidade, coragem, coerência, abnegação e tenacidade. É importante que não nos esqueçamos do contexto e da época conturbada e de enorme intolerância que viveu, além de uma infância marcada por tragédias e dramática solidão. (...)
Consideramos um livro vivamente aconselhável e a descobrir que navega pelas águas da reflexão, Biografia histórica, Pedagogia, Didáctica, Educação, Teologia ecuménica cosmocrata, Filosofia, Direito, Política, Retórica, Fotografia, Arte e Literatura. "
Delmar Maia Gonçalves

Ian Amos Komenský (Coménio), um livro de autoria do escritor português Delmar Domingos de Carvalho, que conta com uma vasta produção literária, abrangendo diversos temas desde ensaio, biografia, teatro, filosofia, vegetarianismo, ficção, poesia, esoterismo, sociologia, música, etnografia, meditações teóricas e investigações sobre várias áreas, é um ensaio sobre a vida e obra de Coménio, sendo uma das poucas obras publicadas, em Portugal, sobre este genial pedagogo, político, filósofo e cosmocrata.

Ian Amos Komenský (Coménio)
Autor: Delmar Domingos de Carvalho
Ilustração da capa: Miguel Ângelo de Carvalho
Prefácio: Delmar Maia Gonçalves
P.V.P. 12€
Edições CEMD



Revista Cultural Milandos da Diáspora 2014 - Edição Especial dos Encontros de Escritores Moçambicanos na Diáspora


Depois de mais um Encontro de Escritores Moçambicanos na Diáspora, que foi um sucesso absoluto, agradecemos uma vez mais a disponibilização do espaço pela Fundação José Saramago.
Agora urge projectar o futuro, tendo em conta sempre a valorização do legado dos percursores da literatura moçambicana.
Para tal, foi importante o contributo de todos os escritores associados, convidados e amigos do CEMD, moçambicanos ou de outras nacionalidades, que deram resposta pronta e válida aos objectivos do evento. Fica aqui registado o testemunho neste singelo livro.
Não poderia deixar de destacar a homenagem póstuma à poeta Glória de Sant’Anna, na presença das suas filhas - Andrea Paes e Inez Andrade Paes. E ainda à atribuição dos Galardões do CEMD à escritora e artista plástica Sónia Sultuane e ao jovem escritor Hosten Yassine Ali, pelo seu contributo à literatura.
O nosso objectivo será sempre o de fazer cada vez melhor pela Literatura, pelo que, estamos certos que daremos um salto qualitativo destes encontros nas próximas edições. Assim o esperamos.
Zicomo Kwambiri a todos os participantes!

Delmar Maia Gonçalves
(Presidente do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora


Coordenação Literária: Delmar Maia Gonçalves



Ilustração da Capa: Didi Mestre
CEMD Edições


Textos e Ilustrações dos autores:
Alex Dau
Ana Dias
Andrea Paes
Antonio Bondoso
Ascencio de Freitas
Carlos Jorge Pedroso
Carlos Peres Feio
Conceição Oliveira
Delmar Maia Gonçalves
Duarte Tembe
Fercy Nery
Fernanda Angius
Filipa Vera Jardim
Francilangela Clarindo
Gisela Torquato Cosme
Goretti Pina
Inez Andrade Paes
Isa Fontes
Jorge Viegas
Liliana Lima
Lourdes Peliz
Luís Ferreira
Luísa Demetrio Raposo
Madalena Mendes
Manuel Afonso
Manuel Dias Duarte
Maria Paula Meneses
Maria do Sameiro Barroso
Mário Máximo
Marques Valentim
Renato Epifânio
Ribeiro-Canotilho
Rodrigo Sobral Cunha
Rodrigues Vaz
Rosa Vaz
São Passos
Sibila Aguiar
Sónia Sultuane
Vera Novo Fornelos
Victor Oliveira Mateus
Zetho Cunha Gonçalves

Sobre “CONTANDO ATÉ DEZ” de REJANE MACHADO


A obra “CONTANDO ATÉ DEZ” de REJANE MACHADO, uma Escritora Carioca, navega tranquilamente pelos turbulentos mares da crítica literária, percorre serena as pistas pacíficas da autoajuda, vagueia docemente pelo território das receitas culinárias e desagua nas crónicas de vida revelando o prazer de quem escreve e voa livre degustando, e bem, as palavras, uma espécie de ladrilhadora da palavra. Opção, decerto,  arriscada, mas calculada e acertada.
Nas suas sábias palavras, propositadamente e pela primeira vez não se esconde por detrás de personagens que vai inventando, reinventando, criando e recriando na sua já longa, vasta e prolífica produção literária.
Valerá a pena descobri-la e redescobri-la nos múltiplos caminhos que percorre.
É que há palavras que são como os seixos; há palavras que são como o mar. E o mar como sabeis chega ao infinito.
Muito haveria a dizer sobre a obra e a autora mas “as palavras são tão densas que prefiro suprimi-las”.
Bayete.

DELMAR  MAIA GONÇALVES
(ESCRITOR E PRESIDENTE DO CÍRCULO DE ESCRITORES MOÇAMBICANOS NA DIÁSPORA)





quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

CORRENDO ATRÁS DE UM SONHO - CHASING AFTER A DREAM e O AVENTUREIRO GANSO-PATOLA DO CABO AFRICANO/THE ADVENTUROUS AFRICAN CAPE GANNET de Ester Sousa e Sá

Ester de Sousa e Sá, nasceu em Portugal e ainda criança imigrou em 1952 com os pais para África, Moçambique.
Tendo vivido em África durante 44 anos, dos quais os dois primeiros anos foram vividos na Beira, mudaram-se em 1954 para uma colónia Inglesa e aí cresceu e fez os seus estudos.
Depois do casamento porém, foi de novo viver para Moçambique e em 1975, por força das circunstâncias, foi viver para a África do Sul com a sua família. Apesar de ter seguido uma carreira bancária, a sua paixão pelas artes, levou-a a iniciar a pintura no final dos anos sessenta quando vivia em Moçambique. Ao longo dos anos foi desenvolvendo a sua própria técnica e, o que começou como um desafio, tornou-se uma paixão e a média que escolhe para expressar a sua criatividade, é a aguarela e tintas a óleo.
Nas suas obras prefere enaltecer a beleza que na vida existe e, dedica-se à arte com paixão e entusiasmo. Descreve-se como uma naturalista que dentro de um estilo realista/impressionista, pinta tudo o que toca a sua sensibilidade artística, dando cor às telas brancas. As suas obras nascem pelo prazer e paixão que tem pela arte, levando-a a pintar o que vê, sentindo na alma o que pinta.
Em 1996, devido à doença do pai, demitiu-se do emprego e regressou a Portugal. Desde então tem-se dedicado inteiramente às artes, tendo além da pintura, feito escultura e experimentado o caminho da escrita criativa, tendo já três livros publicados e alguns poemas seus publicados em várias antologias.
Como domina bem a língua Inglesa, o seu primeiro romance, Chasing After a Dream foi escrito na língua Inglesa. Escreveu também um livro juvenil bilingue com suas próprias ilustrações, O Aventureiro Ganso-Patola do Cabo Africano/The Adventurous African Cape Gannet.
Ao longo dos anos, tem participado em várias exposições de arte tanto pessoais como colectivas.

Mais recentemente participou nas seguintes exposições colectivas:

2012 – Despertares da Arte - Museu Face – Espinho
2012 – Gallery M - Viena de Áustria
2012 – 2º Encontro Luso-Galaico - Porto
2013 - 3º Salão Internacional de Arte – Porto
2013 - II Bienal de Espinho
2013 - Pintar o Porto – Galeria Vieira Portuense
2013 - Mulheres artistas Migrantes na Fundação Pro-Dignitate - Lisboa
2013 - Café Majestic - Porto.
2014 – Dia Mundial da Mulher – Paços do Concelho de Vila Nova de Gaia
2014 - Pontes Luso-Galaicas – Centro Cultural de Chaves
2014 – Minha África, África Minha - Casa da Beira Alta – Porto
2014 - Mulheres d´Artes em Liberdade na Biblioteca Municipal de Espinho
2014 - 3º Encontro de artes ao redor do Porto – Galeria Vieira Portuense
2014 – Ao redor do Touro – Galeria Vieira Portuense
2014 - 1º Encontro Ibérico de Arte – Castelo de Oropesa – Espanha
2014 - Outonos Inquietos- Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro – Águeda

Muito recentemente foi convidada a participar num manual que brevemente a Amazon terá à disposição do público: International Watercolour Artists Handbook for Aspiring Artists and Art Lovers. Neste manual figuram 39 artistas internacionais de mais de 25 países em que Ester de Sousa e Sá com as suas aguarelas representa Portugal.
Várias das suas obras encontram-se espalhadas no estrangeiro, principalmente na África do Sul, Nova Zelândia, Alemanha, Vaticano, Inglaterra e, também em Portugal.

Para mais arte de Ester de Sousa e Sá, poderá visitar o site:
http://www.facebook.com/ester.the.art.in.me
Contacto - email: sa.ester@gmail.com

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CORRENDO ATRÁS DE UM SONHO, é a tradução do meu primeiro livro, um romance escrito em Inglês, CHASING AFTER A DREAM. A estória projeta-se nos anos após guerra e retrata a vida de Jeffrey e Sally dois personagens que, embora pertencendo a extratos sociais diferentes, partilham a mesma determinação para melhorar a situação difícil em que se encontram. Conhecemos estes dois personagens quando eles têm uns vinte e poucos anos de idade, na altura em que Jeffrey, um órfão que, até então levara uma vida rodeada de pobreza e crime, decide perpetrar um último roubo com a intenção de angariar o dinheiro necessário para comprar a passagem de barco que o levará para outro país para começar uma vida nova.
Os caminhos de Jeffrey e Sally cruzam-se num ponto crucial das suas vidas, quando ambos sofrem retrocessos e decepções de ordem emocional e financeira depois de alguns erros cometidos.
Encontram-se por acaso, sentem-se atraídos um pelo outro e ajudam-se mutuamente o melhor que podem.
Existe no entanto, uma forte razão porque a atração que sentem um pelo outro não possa resultar numa união.
Entretanto a vida de Jeffrey sofre uma reviravolta e ele é obrigado a deixar Sally precipitadamente, apanhando o navio que o levará numa memorável e fascinante viagem através da Africa austral.
O leitor, transportado por Jeffrey através do Sul de África numa viagem empolgante repleta de maravilhas e situações invulgares, vai ao mesmo tempo tomando conhecimento da vida colonial nos anos cinquenta.





O AVENTUREIRO GANSO-PATOLA DO CABO AFRICANO/THE ADVENTUROUS AFRICAN CAPE GANNET
Neste livro bilingue, (Português/Inglês), Ester de Sousa e Sá é a autora e ilustradora.
É uma fábula que nos conta a estória de um ganso-patola do Cabo Africano muito especial.
Gilberto Ganso é sonhador, curioso e aventureiro, características que o levam a explorar o mundo. Poder-se-á dizer que é um ganso imigrante.
Para além de toda a valiosa informação didáctica sobre estas aves marinhas, à semelhança de outras fábulas, este livro também nos transmite uma mensagem muito especial.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

"Semillas Divinas" do autor brasileiro J.C.Bridon com prefácio do escritor moçambicano Delmar Maia Gonçalves



PRÓLOGO (Semillas Divinas)
O que dizer quando um crente encontra a poesia nas entranhas da alma? E quando a poesia encontra o crente entranhado nela? E quando a poesia se entranha na crença? E quando a crença se entranha na poesia? E quando a poesia é o espelho da crença? E quando uma e outra se confundem?
Como dizia Virgínia Woolf “As obras de arte são de uma solidão infinita e nada as pode abordar pior do que a crítica” e acrescentava ainda “só  amor as pode apreender e preservar e ser justo com elas”. Por isso, se torna difícil analisar criticamente uma poesia que respira e transpira pelos poros de um amor pleno.
Mas quando o místico e a poética se fundem onde mora a solidão do criador artístico? Segundo Rilke “… o criador tem de ser um mundo só seu e tudo encontrar em si mesmo e na natureza a que se uniu”. É  o caso deste poeta que tudo busca em si e no universo místico a que se uniu, fundindo-se integralmente nele.
E para que tal suceda, é necessário que a busca interior aconteça e a fluidez transparente da sua escrita denuncia ter sido feita uma fusão natural numa caminhada singular de busca pela elevação espiritual, como o prova quando diz “en las noches calidas/ intento escuchar tu voz, Señor/ para com ellas crecer en la vida/ y tornar me uno contigo”.
A esperança e a fé continuam quando o autor sublinha finalizando insistente “en el amanecer sereno y calmo / dejo mi mente vagar/ y traer para mi vida/ tus más bellas y sublimes enseñanzas”.
Uma bela lição de humildade perante o omnipresente, perante a fé e a crença, num mundo de claro domínio da crise de valores e da ascensão de contravalores.
Como dizia o poeta Kahlil Gibran “A vida é uma procissão” e por isso “possa Deus alimentar os superabundantes”.
Força e em frente Poeta Júlio Cesar Bridon dos Santos!


Delmar Maia Gonçalves




[traduzido para espanhol para a edição original do livro lançado no Chile]

PRÓLOGO
Lo que decir cuando un creyente encuentra la poesía en las entrañas del alma? Y cuando la poesía encuentra el creyente entrañado en ella? Y cuando la poesía se entraña en la creencia? Y cuando la creencia se entraña en la poesía? Y cuando la poesía es el espejo de la creencia? Y cuando una y otra se confunden?
Como decía Virgínia Woolf “Las obras de arte son de una soledad infinita y nada las puede abordar peor que la crítica” y añadía aún “sólo amor las puede incautar y preservar y ser justo con ellas”. Por eso, se hace difícil analizar críticamente una poesía que respira y transpira por los poros de un amor pleno.
Pero cuando el místico y la poética se funden donde vive la soledad del creador artístico? Según Rilke “… el creador tiene que ser un mundo sólo suyo y todo encontrar en sí mismo y en la naturaleza a que se unió”. Es el caso de este poeta que todo búsqueda en sí y en el universo místico a que se unió, fundiéndose íntegramente en él.
Y para que tal suceda, es necesario que la búsqueda interior acontezca y la fluidez transparente de su escritura denuncia haber sido hecha una fusión natural en una caminada singular de búsqueda por la elevación espiritual, como lo prueba cuando dice “en las noches calidas/ intento escuchar tu voz, Señor/ para com ellas crecer en la vida/ y tornar me uno contigo”.
La esperanza y la fe continúan cuando el autor subraya finalizando insistente “en el amanecer sereno y tranquilo / dejo mi miente vagar/ y traer para mi vida/ tus más bellas y sublimes enseñanzas”.
Una bella lección de humildade ante el omnipresente, ante la fe y la creencia, en un mundo de claro dominio de la crisis de valores y del ascenso de contravalores.
Como decía el poeta Kahlil Gibran “La vida es una procesión” y por eso “pueda Dios alimentar los superabundantes”.

Fuerza y enfrente Poeta Júlio Cesar Bridon de Santos!


Delmar Maia Gonçalves



quarta-feira, 16 de abril de 2014

"A vida inspira-nos" por Márcio Batalha

AUTOR: Márcio Batalha
PREFÁCIO: Delmar Maia Gonçalves
ILUSTRAÇÃO DA CAPA: Manuel Benedito


Este livro de poesia é a simbiose perfeita entre os momentos vividos em sociedade e os momentos de inspiração do poeta, na qual a busca da Satisfação dos leitores é uma das prioridades. Esta é uma obra que servirá de instrumento de reflexão para relações Amorosas/eróticas/Romances proibidos, Relações Profissionais e permitirá que cada leitor conquiste a oportunidade de expressar a sua opinião sobre os factos ocorridos no dia-a-dia. Cultiva-se a inquietação do mundo, subjectivo do escritor pela sua irreverência e na forma de abordar vários temas do extracto social, trazidos em “A vida Inspira-nos” a obra que espelha no rosto de cada leitor o sorriso vaidoso do mundo.
A Motivação, já é uma marca evidente do escritor pela forma que tem escrito os versos das suas poesias, e cada um dos versos transpira a certeza de que apenas unidos somos capazes de concretizar os objectivos.
Num momento de magia o escritor fideliza a lealdade e a crença em cada leitor.
Persuadindo o contacto directo entre a literatura e a cultura. Esta obra ilustra uma particularidade.. o respeito pela sociedade, o Amor a todas mulheres do universo e a nostalgia de alegria de uma criança.  


MÁRCIO BATALHA

Aniceto Márcio de Moura Batalha ou, simplesmente, Márcio Batalha nasceu aos 4 de Janeiro de 1983, Nacional de Angola, natural de Luanda no município da Maianga, na província de Luanda, filho de Lúcio Flávio de Fátima Batalha e de Francisca Mendes Sequeira de Moura; Solteiro; Pai da Tayane Mericia da Palma Batalha. Licenciado em Gestão e Marketing pela Universidade Independente de Angola. Funcionário do Banco Millennium Angola, como Técnico de Marketing/ Analista de Mercado. Director Comercial da Empresa Mafersat Gps (compra aqui o seu gps). Escritor de Poesias; poeta Declamador desde 2012, membro da Brigada Jovem de Literatura de Angola. Participa de diversas antologias importantes entre elas a Antologia Geografia Mágica da Kianda da BJLA a Antologia Luís Vaz de Camões e seus convidados, Antologia Varal do Brasil. Recebeu o Prémio intercâmbio - Cultural Latino - Americano na Argentina em 2013, Prémio Luso – Brasileiro de Poesias» melhores poetas de 2014 no Brasil.




PREFÁCIO
Por Delmar Maia Gonçalves

Qualquer literatura tem o seu futuro assegurado quando possuí jovens autores a iniciarem-se na carreira literária. Doutra forma, que continuidade seria assegurada e quem a asseguraria? Afinal, Angola está viva, bem viva na Literatura que produz com o prolífico activismo cultural dos Jovens da Brigada.
O grito que aqui surge é o de um jovem escritor angolano, que, sendo defensor do Status Quo, tem os olhos postos no futuro e sonha de olhos abertos um futuro melhor para Angola, com união, paz e harmonia e também a nível pessoal.
E quem disse que só auguram um futuro promissor apenas os defensores do caos? Também há as vozes da
razão e do bom senso. Depois, há o amor. Amor que o autor a todos tem para dar e nada mais. Nada mais? Muito mais, que o passado é um cadáver que deve ser arrumado numa gaveta sem fundo e fechada a sete chaves para que o amor respire e ressurja com a força de um leão e à velocidade estonteante de uma impala e, finalmente, permanecer, mas como um furacão que nunca é violento, por isso, permanece sobrevivendo às tormentas. Com o amor tudo volta ao normal e o grito transforma-se em canto. Ouvemno?
Oiçam-no. Tem melodia e verve. É esta a força poética do verbo que este poeta nos transmite convidando-nos ao efeito de espelho.
Ao lermos com atenção cada um dos seus poemas, sentimo-nos convidados à auto-reflexão, assim como um “xirico”, que escuta melodiosas canções, que nos inquietam mais do que nos embalam. Não é o Ser Humano o buscador incessante da perfeição? É que, até as máscaras da vida que usamos, são
do mais profundo e labiríntico dos mistérios. E o erro? Quem disse que o erro não faz parte do nosso processo de crescimento e maturação?
Nunca nos esqueçamos que só poderemos julgar os outros pelo conhecimento que tivermos de nós mesmos. E quem disse que o amor é um projecto perfeito de adivinhação sem tormentos? Depois, bem dizia o poeta libanês Khalil Gibran “O homem é dois homens; um está acordado na escuridão, enquanto o outro dorme na luz”. Quase sempre o julgador está preso na cela do seu julgamento, enquanto o julgado expectante tem um amplexo aberto para partilhar.
Por vezes, é preciso procurar todos os homens para nos conhecermos a nós mesmos. Como dizia, mais uma vez Khalil Gibran“ A realidade do outro não está naquilo que te revela, mas naquilo que não pode revelar-te”. Não é por acaso que se diz que os poetas são uma espécie de vendedores de passados que anunciam um futuro que não foi. E que é feito do presente? Na poesia não há impossíveis, também por isso “A Vida inspira-nos”. Basta que o/a leitor/a a devorem depois de esta alimentar insaciavelmente o inspirado Vate.
Bayete Poeta Márcio Batalha!


Delmar Maia Gonçalves
(Presidente do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora)





Poemas para bem querer de Sílvia Helena dos Reis Nascimento



SÍLVIA HELENA DOS REIS NASCIMENTO

Nasceu na cidade de Passos em Minas Gerais.
Começou a trabalhar como professora pela Prefeitura Municipal de Passos. 
Trabalhou 16 anos em escolas da zona rural e depois na zona urbana com todos os anos da Educação Fundamental e E.J.A ( Educação de Jovens e Adultos). 
Cursou a faculdade de pedagogia em Passos (FESP) e fez muitos cursos de aperfeiçoamento através da prefeitura de Passos. 
Sempre apaixonada por livros, visita as bienais de São Paulo sempre que pode. Ama bibliotecas e já trabalhou vários anos desenvolvendo projetos de leitura nas escolas onde trabalha. 
Pós-graduada em Mídias e Tecnologias na Educação pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). 
Trabalha como pedagoga na Educação Infantil e Ensino Fundamental.




domingo, 16 de fevereiro de 2014

"Franklystein Pop Star" de Izabelle Valladares

Inspirado no bizarro personagem do clássico Frankenstein da escritora Mary Shelley, que deu origem ao Livro "Franklystein Pop Star", uma paródia da clássica história de terror onde o personagem principal é feito dos restos mortais de artistas famosos como James Brown, Michael Jackson e Elvis Presley.

A versão se transformou em peça roteirizada e assinada pela escritora Izabelle Valladares.

Na trama, Dr. Siberstein transformou-se em um cientista louco e não descansa enquanto não prepara sua grande surpresa para os palcos de Terror que não poderiam faltar no livro, o Dr. Silberstein cria o verdadeiro Monstro do Rock.




IZABELLE VALLADARES




Escreve de forma simples, com ênfase no regionalismo e com forte tendência à realidade de finais infelizes. Autora dos romances: “A cúpula das vaidades”, “O regresso de Atlântida”, “Ecstasy”, “A colecionadora de espíritos”, do livro de humor “Quem disse que só fazemos amor? Volumes 1 e 2”, dos livros infantis “Heitor Flexter, o menino herói”; “A Viagem Mágica de Bia e Dora”; “A Viagem da Chuva”, “Crônicas de Tartan”.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

"Culto Oculto - a via poética do Ser Ascendente" de Vera Novo Fornelos

Culto Oculto – a via poética do ser ascendente

 A via poética do Ser Ascendente não é mais do que a prática da poesia em momentos de meditação, é uma caminhada poética na procura da elevação espiritual, própria dos poetas que compreendem “o voo das aves”, dos poetas cuja alma “é feita da quinta essência do Universo”. Estes pequenos poemas, modestos, mas fortemente carregados de simbologia espiritual, surgem espontaneamente como fluxos iluminados e espifânicos, como “uma flauta/ que vibrava intensamente” e trazem-nos mensagens codificadas, umas mais fáceis de interpretar do que outras, que nos guiam na nossa jornada terrena, são singelos “koan” que nos propiciam a iluminação espiritual através da prática meditativa “compreende/ o voo/ das aves”, cujo sentido não se atinge através da interpretação intelectual “não te detenhas/ na articulação/ das suas asas”.


Vera Novo Fornelos

Autor: Vera Novo Fornelos
Ilustração da Capa: Cipriano Oquiniame
Prefácio: Delmar Maia Gonçalves

Lançamento em Copacabana/Brasil 
dia 8 de Fevereiro no Prémio Luso-brasileiro Melhores Poetas 2014.

Lançamento em Almada/Portugal
no Festival Internacional Saberes e Sabores 2014

Lançamento em Lisboa/Portugal 

dia 29 de Março no 4º Festival Internacional de Poesia "Grito de Mulher"


A Poeta da Utopia
Bom seria, que eu, enquanto poeta e prefaciador, fosse capaz de resumir a força do verbo que esta poeta vianense transporta e transmite. E a força de natureza poético-literária pode ser travada? Bem o diz a poeta em “Culto Oculto” : “ouço os vossos pensamentos/… nada em vós me é oculto/ penetro no vosso culto” e remata “e o que era estranho e escuro/ ilumina-se num coração puro”.
Em que momento a poeta e sua poesia pungente não se fundem e confundem formando um “corpus” único? A fusão acontece com a intensidade poética de uma flauta, como afirma “Procurei o silêncio/ no meu silêncio/ e escutei uma flauta/ que vibrava intensamente/ não há silêncio/ no meu silêncio…”.
A sua estreia no singular como autora de obra individual, não a coíbe de convicta reafirmar o que facilmente descobrimos ao lê-la “uma jazida de ideias/ é o que eu sou (…) uma dualidade sinergética/ que faz surgir as ideias”.
Depois, há sempre o sabor titubeante e quimérico das palavras que se desfolham e desnudam. Por vezes, a ternura também fere e, por vezes, também encanta. Das memórias se fazem histórias e  das histórias, poesia. Por isso, profética, reclama “Não há um caminho/ meio andado/ nem dois por andar/ mas um destino/ ainda por chegar”.  São memórias de quem as guarda no baú da sua “meninice” e no auge da sua maturidade como um tesouro. E bem se define ao afirmar “Sou um livro/ publicado/ na mortalha/ de um cigarro/ queimado”.  A emoção à flor da pele, com a palavra certeira, como uma arma que procura o alvo sem ferir, mas evita o falhanço ao constatar “se parar para pensar/ vou ouvir o vento/ e se o vento for o pensamento/ vai voar/ vai se libertar/ das amarras do tempo”.
Sensibilidade poética, que capta a essência do poeta numa rajada ao resumi-la cantando “A alma dum poeta/ é feita da quinta essência do Universo/ é alma desfeita/ e refeita num só verso”. E quem pode mudar o destino de uma poeta que vive numa roleta oculta e, que, paciente, define “A espera” como “uma  lamparina/ que se incendeia/ de esperança”? Bem nos avisa como leitores atentos “Compreende/ o voo/ das aves/ não te detenhas/ na articulação/ das suas asas”.
E um ciclo novo se abre com esta obra, quimericamente objectiva, que nos alerta para o “Culto Oculto”. Haja, pois, um diálogo genuíno entre o leitor e a autora da utopia convicta, pois “A vida/ segue/o seu percurso/ natural/ como um rio/ que fluí/ voluntariamente”.
Bayete Poeta!

Delmar Maia Gonçalves

Vera Novo Fornelos nasceu a 2 de Maio de 1981 em Viana do Castelo.
Desde muito jovem revelou paixão pelas artes dramáticas, pintura e poesia.
Fez parte de grupos de teatro amador desde os 13 anos e ainda com 16 anos foi convidada a participar no Grupo de Teatro da Associação Académica do IPVC e participou também em vários recitais de poesia.
É autora de blogues culturais e de poesia e está presente em algumas antologias nacionais e internacionais. Publica em Revistas Culturais moçambicanas como a Licungo e a Milandos da Diáspora.
Escreveu alguns dos textos que acompanharam a exposição de pintura “Um outro olhar sobre Viana” na Estalagem Melo Alvim em 2007 e a exposição de pintura “Dia dos Namorados” na Habit’os em 2008, organizadas pelo grupo artístico “Caçadores de Gambozinos”.
Também é artista plástica auto-didacta e participou em algumas exposições colectivas. Ilustrou a capa da obra “Antologia Universal Lusófona – Rio dos Bons Sinais 2013” e o poema “Magister Picasso” de Delmar Maia Gonçalves, publicado nos cadernos poéticos “Viola Delta”, coordenados pelo poeta português Fernando Grade.
Estudou Medicina Tradicional Chinesa na APA-DA, frequentou o curso Gestão no IPVC e vários cursos de web design e programação. Concebeu vários logótipos e websites para escritores, artistas e associações, alguns dos quais ainda são geridos por si. Concebeu ilustrações digitais para poemas do escritor Delmar Maia Gonçalves.
É membro fundador do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, onde faz parte da direcção. Também faz parte da direcção da ALDCI-ONGD.
Foi seleccionada para a Antologia dos 100 melhores poemas do TOC140, relacionada com o prémio TOC140 do Fliporto 2013 (Recife/Brasil).
É Embaixadora da Paz desde 2010.
Actualmente, é coordenadora da Mágico de Oz Empreendimentos Editoriais, em Lisboa.


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

"O medo é um estado de poesia - Prosa e Poesia" de Sandra Ferrari Radich

A obra é uma seleção de contos que concilia as aventuras poéticas de uma turma muito divertida. Vovó Tuta que aprecia a arte de contar histórias, Dódi uma menina muito criativa e esperta, Juca o irmão rabugento, Dodô um gato preto, gordo e trapalhão que tem os olhos bem céuzinho e a bobona da tartaruga “Mona” abreviação de Monalisa. Em meio as prosas e as poesias eles escutam com muita atenção as histórias contadas por vovó Tuta, são lembranças de sua infância, lendas e mitos indígenas brasileiros. Incentivados por Vovó Tuta, eles inventam quadrinhas populares que brotam delicadamente ao termino de cada conto. As crianças curiosas fazem perguntas que só crianças sabem fazer e que só vovó Tuta consegue responder.

Uma edição da Mágico de Oz Empreendimentos Editoriais, com a capa ilustrada pela conceituada artista plástica Luso-moçambicana São Passos.

Lançamento em Copacabana/Brasil 
dia 8 de Fevereiro no Prémio Luso-brasileiro Melhores Poetas 2014.

Lançamento em Lisboa/Portugal 

dia 29 de Março no 4º Festival Internacional de Poesia "Grito de Mulher"


Sandra Ferrari Radich 

Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, atualmente mora na cidade de Americana – SP, Formou-se em Magistério na Instituição Sarah Kubitscheck em Campo Grande RJ – 1977/1980, cursou Letras Português/Literatura na UNIMEP (Piracicaba - SP) no período de 2003/2007, deu continuidade aos estudos nos cursos de pós-graduação com Ênfase na Formação do Leitor, no período de 2007/2010. Participou do curso (96 horas/aula), realizado de fevereiro a junho de 2013 no Paço do Baobá, SP - Centro de Tradição Oral, “Corpo, Respiração e Palavra: Em Busca da Presença para Contar Histórias”. Professora, Escritora, Poeta tem alguns de seus textos publicados em antologias.

“39 ANOS DEPOIS” de Rui de Campos



PREFÁCIO do livro “39 ANOS DEPOIS” de Rui de Campos
Quando falamos em livros ou escritores, estando na posição cómoda de leitores, pressupomos que estes, os escritores ou os livros que escolhemos ler, vêm imbuídos de quaisquer estudos académicos, palavras polidas e frases compostas de modo talentoso, descrevendo o que não conseguimos transmitir.
Pois nem sempre é assim.
tece de vez em quando um acordar para a apetência de escrever, despoletada por uma urgência de emoções que, de tão fortes, quebram a ilusória barreira e transpõem para o papel -de um modo talvez irreverente quanto à forma- , vivências, sensações e emoções que nos cativam e tocam por genuína e ingénua escrevinhação. Assim são estes contos.
De um universo comum aco
nLêem-se de uma penada, absortos que estamos por cheiros conhecidos ou desconhecidos, pelo calor transmitido pela simplicidade das pessoas e situações que os povoam, com características já invulgares na nossa civilização Europeia. Sentimentos chãos, tocantes e humildes, de um dia-a-dia num outro Continente – África, num outro País – Moçambique, numa outra cidade - Maputo, com outras gentes: Moçambicanos.
Trinta e nove anos depois, Rui de Campos, volta ao seu berço e seu primeiro lar, com o coração a sair pela boca, ansiedade desmedida que envolve este tipo de incursão a um passado já não existente, para ser confrontado com a emoção magnífica da (re)descoberta do seu país de origem.
. Rui, fascinado com o que se lhe depara, numa mistura de encontros, ligeiros ou profundos, com personagens que sempre carregara consigo pelo mundo fora, olha com olhos de adulto-criança, para o que o rodeia: Fascinado por verdes já ténues na memória; fascinado pelo calor que já supo
Deixara a então colónia Portuguesa de Moçambique com uns crus dezanove anos,passando por Londres e Brasil e trinta e dois anos consecutivos vivendo na Holanda É esta volta à terra que o "obriga" a ter que registar, como sabe e sente, aquilo que aos vinte anos não se poderia percebe
rnha de diferente intensidade; fascinado pelo cheiro do mar que vivia já adulterado na lembrança por cheiro de outros mares; fascinado pelo chão vermelho da terra sempre sua, pela chuva em fortes bátegas tornando-se em cheias, mas especialmente fascinado pelo seu povo. Fascínios que vêm agora até às suas reminiscências acordar aromas e cores próprios, sentidos e sentimentos protelados mas sempre guardados como preciosos. Rui vê-se então a escrever e imperativamente ter que relançar vivências com o leitor destes "quase" esquecidos dons de uma terra e gentes nunca esquecidas e amadas.

Rui de Campos apanha-nos de surpresa pela escrita espontânea e sui generis. E pela tal urgência, uma surpresa de franca comoção , um olhar doce e fresco que nós próprios ainda não perdemos. É aí que reside o quão cativante e simples é ler estes contos.
Entrelinhas, temos um Moçambicano Holandês Português com laivos Brasileiros a expressar fortes emoções, titubeando entre línguas e culturas que dão um acento único aos seus contos.
Isto é tão Moçambicaniedade como linguagem universal de amor.
Boa leitura!


Armanda de Almeida d´Eça









O livro “39 ANOS DEPOIS” pode, neste momento, ser encontrado e encomendado nas seguintes livrarias e está também disponível online no site da Chiado Editora (www.chiadoeditora.com), na FNAC.PT (http://www.fnac.pt/39-Anos-Depois-Rui-de-Campos/a727450), Livrarias Bulhosa (http://www.bulhosa.pt/livro/39-anos-depois-rui-de-campos/), Bertrand Online (http://www.bertrand.pt/ficha/39-anos-depois?id=15294331), Wook (http://www.wook.pt/ficha/39-anos-depois/a/id/15294331), e no Sítio do Livro.
É possível, também, encomendá-lo em qualquer balcão Fnac, Book.it, Bertrand e Brulhosa.
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

"La Prière du Notre Père - Le Mantra de Notre Libération" de Ísis Dias Vieira

Sur base de l’importance de la transcendance – principe fondamental de la Psychologie Transpersonnelle, qui intègre la dimension spirituelle de la conscience dans la psyché, et de principes de Théologie, l’auteur fait une analyse comparative des caractéristiques et fonctions d’un mantra, et des caractéristiques des enseignements de Jésus présents dans la Prière du Notre Père. Elle souligne ainsi les bénéfices d’une pratique spirituelle consciente, indépendante de religion ou non.

       Avec une analyse minutieuse des significations de cette Prière, elle invite le lecteur et lui donne des orientations pour transcender les limites de son esprit rationnel et potentialiser les effets de ce Mantra Sacré qui nous engage et nous rend responsables de tout et de tous sur cette planète…




Ísis Dias Vieira est psychologue depuis 1978 et professeur à l’Université Fédérale de l’Espírito Santo. Avant de devenir psychothérapeute, elle a suivi des études de Théologie et de Philosophie. Au cours de ses études de doctorat en Toxicomanie, elle a suivi une formation de 4 ans en Psychologie Transpersonnelle à Paris. Elle a créé la méthode V.I.T.R.I.O.L. de Psychotherapie Transpersonelle qu’elle utilize depuis 2000, avec laquelle elle anime des séminaires d’autoconnaissance à Brasilia, où elle réside depuis 1995. 

Antologia "Encontro Lusófono"

"A língua portuguesa é possuidora de rara beleza. Língua que provém da nobreza e caminha entre laços de fé, liberdade, conquistas, escravidão, independência, clamor, riquezas e se encontra em multifaces, multicores e em uma única raça...A Raça humana! Um Livro que consegue reunir povos de língua portuguesa de diversas etnias, mas que se entendem na beleza poética de forma inexprimível. Os participantes deste livro foram escolhidos entre vários inscritos pelo seu valor literário e pelo sentimento comum de amor a sua língua e sua cultura. Em momentos em que a origem fala mais alto, seja no povo angolano que ainda comemora sua independência, seja no povo português que orgulha-se de no passado ter sido tão importante para o desenvolvimento de toda humanidade, seja no povo brasileiro com sua malemolência linguística, o livro consegue destacar a beleza de cada texto que nele se encontra. Ao leitor desejamos que saboreiem com os olhos, os ouvidos e a mente e que possam conhecer um pouco mais de cada autor, visitando seus blogs e sites, aproveitando da proximidade entre o autor e leitor proporcionada pela Internet." Boa leitura!

 Izabelle Valladares Co-autora e presidente da Literarte (Associação Internacional de Escritores e Artistas)